2026: o que vai sair de cena e o que ganha força na arquitetura?

À medida que 2026 se aproxima, o mercado de arquitetura e interiores reforça um movimento claro: projetos residenciais e comerciais passam a priorizar bem-estar, funcionalidade, sensorialidade e durabilidade, com escolhas de materiais mais consistentes e menos “moda do momento”.

Na prática, isso se traduz em ambientes mais confortáveis, com materiais naturais ou com estética natural, uso estratégico de cores, texturas evidentes e integração de áreas de convivência. Abaixo, organizamos as principais direções com foco técnico e aplicação em projeto.

1) Conforto como prioridade de projeto (layout, acústica e manutenção)

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O “conforto” em 2026 aparece como requisito de performance do ambiente, não apenas como estilo. Os projetos passam a considerar:

  • Conforto térmico: escolha de materiais e acabamentos que reduzam sensação de frio/calor e melhorem o uso diário.
  • Conforto acústico: soluções que minimizem ruídos internos e externos (especialmente em áreas sociais integradas).
  • Ergonomia e fluidez: circulação mais eficiente, menos barreiras e ambientes pensados para rotinas reais.
  • Baixa manutenção: superfícies mais resistentes a riscos, manchas e desgaste, com limpeza simplificada.

Impacto nos revestimentos: cresce a exigência por soluções com alta resistência mecânica, bom desempenho químico, acabamento consistente e vida útil prolongada — principalmente em áreas de maior tráfego.

2) Materiais com estética natural (pedras e efeitos minerais)

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O uso de pedras naturais (mármore, quartzito, travertino, entre outras) segue em alta por dois motivos técnicos: durabilidade e variação visual não repetitiva. Ao mesmo tempo, aumenta também a busca por acabamentos com efeito mineral, que entregam o mesmo “visual” com maior previsibilidade de aplicação e manutenção.

Pontos de atenção no projeto:

  • Porosidade e manchamento (principalmente em cozinhas e áreas gourmet)
  • Selagem e manutenção periódica
  • Compatibilidade com áreas úmidas e variações térmicas
  • Escolha de acabamento

Direção de 2026: mais projetos especificando materiais que “parecem naturais”, mas com controle técnico superior, especialmente para reduzir manutenção e aumentar previsibilidade.

3) Cores com função (não só estética)

Após anos de paletas muito neutras, 2026 amplia o uso de cores — mas de forma mais estratégica. A cor volta com objetivo de:

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  • Setorizar ambientes (sem depender de paredes)
  • Criar sensação térmica (tons quentes e terrosos “aquecem” visualmente)
  • Aumentar identidade do espaço sem excesso de elementos

Tendências recorrentes:

  • Terracota, argila, telha
  • Verdes (oliva, musgo, sálvia)
  • Azuis profundos
  • Mostardas e tons terrosos

Impacto na especificação: cresce a busca por revestimentos e acabamentos com estabilidade de cor, resistência ao amarelamento, e que mantenham estética mesmo com limpeza frequente e uso intenso.

4) Texturas e acabamento sensorial (tátil e visual)

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Textura passa a ser um recurso técnico para enriquecer o ambiente com menos “informação visual” solta. O foco está em:

  • Microtexturas e relevos que mudam com a luz
  • Acabamentos que valorizam profundidade e materialidade
  • Mistura equilibrada de superfícies lisas + texturizadas para não sobrecarregar

Nesse cenário, o NS Tecnogranito entra como uma solução que entrega efeito mineral com textura, mantendo uma estética sofisticada e adequada para projetos que precisam equilibrar design e desempenho.

Atenção técnica: textura exige avaliação de limpeza, acúmulo de sujeira, e adequação ao ambiente (cozinha, área externa, áreas úmidas etc.).

5) Lazer e convivência integrados (arquitetura de uso, não só planta)

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A integração continua forte, mas em 2026 ela aparece como integração de uso e rotina, não apenas “abrir sala e cozinha”. O projeto busca:

  • Melhor conexão entre áreas internas e externas
  • Ambientes sociais mais flexíveis (receber, trabalhar, descansar)
  • Cozinhas e espaços gourmet como centro de convivência

Impacto nos revestimentos: áreas integradas aumentam tráfego e exigem materiais com:

  • Alta resistência à abrasão
  • Maior tolerância a manchas e produtos de limpeza
  • Uniformidade estética para continuidade entre ambientes

6) Arquitetura emocional (traduzida em decisões técnicas)

O termo aparece mais, mas na prática ele significa um conjunto de escolhas bem objetivas:

  • Materiais que reforçam identidade e permanência (menos “descartável”)
  • Projetos que equilibram estética + usabilidade
  • Ambientes com mais conforto, textura, luz e coerência de materiais

Ou seja: a “emoção” entra como resultado de um projeto bem especificado — e não como algo abstrato.

Como a NS Brazil se conecta com esse cenário

Na NS Brazil, esse movimento conversa diretamente com o que defendemos há décadas: revestimentos e sistemas que unem desempenho técnico, durabilidade, praticidade de aplicação e estética consistente, reduzindo manutenção e aumentando a vida útil do ambiente.

Quer avaliar qual solução faz mais sentido para o seu projeto e nível de exigência (tráfego, química, limpeza, temperatura, umidade)? Fala com a gente. 💙

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